segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
bogotá - dia 31, 32, 33 e 34
ar condicionado de ônibus colombiano é um perigo. para o próxima vez lembrar de levar blusas, não ir de bermuda, nem chinelo.
o bairro la candelaria é muito fofo. o centro é uma loucura. o museu do botero é genial. a promoção 2x1 mojitos por 4 dólares muito interessante. as ruas continuam tendo nomes legais.
bogotá foi o final, já estávamos meio cansados, quase não tem fotos.. detalhes ficam pra uma próxima visita.
o bairro la candelaria é muito fofo. o centro é uma loucura. o museu do botero é genial. a promoção 2x1 mojitos por 4 dólares muito interessante. as ruas continuam tendo nomes legais.
bogotá foi o final, já estávamos meio cansados, quase não tem fotos.. detalhes ficam pra uma próxima visita.
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
medellín - dia 30
ressaca... dia parado.
o ponto principal do dia foi quando pegamos o táxi para ir ao terminal para pegar o ônibus e o taxista, muito falante, começou a contar que tinha levado uns italianos no túmulo do pablo escobar durante a tarde. nisso ele empolgou e começou a contar tudo sobre o pablo escobar! contou que ele era pequeno e não olhava as pessoas nos olhos, que dominava a cidade e tinha mais de mil homens que matavam pra ele, etc. um dia ele resolveu que queria ficar rico (o taxista) e foi perguntar ao senhor escobar como poderia atingir tal status. sr. escobar disse que para isso ele teria que matar duas pessoas, dois mendigos. nisso fiquei com um pouco de medo de perguntar se ele tinha aceitado o trabalho ou não, mas tive que perguntar: "e aí, vc matou?" com muito medo da resposta. disse ele que não, que não conseguiu, mas que o sr. escobar era uma ótima pessoa apesar de gostar muito de violência. disse que medellín está muito melhor depois que ele foi assassinado e que ele quase morreu no mesmo dia que o sr. escobar, já que trabalhava meio que na portaria do prédio dele. acho que foi tudo uma grande mentira, mas foi uma viagem de táxi emocionante!
pegando o ônibus pra bogotá.
disse que trabalhava pra ele e que um dia chegou e
o ponto principal do dia foi quando pegamos o táxi para ir ao terminal para pegar o ônibus e o taxista, muito falante, começou a contar que tinha levado uns italianos no túmulo do pablo escobar durante a tarde. nisso ele empolgou e começou a contar tudo sobre o pablo escobar! contou que ele era pequeno e não olhava as pessoas nos olhos, que dominava a cidade e tinha mais de mil homens que matavam pra ele, etc. um dia ele resolveu que queria ficar rico (o taxista) e foi perguntar ao senhor escobar como poderia atingir tal status. sr. escobar disse que para isso ele teria que matar duas pessoas, dois mendigos. nisso fiquei com um pouco de medo de perguntar se ele tinha aceitado o trabalho ou não, mas tive que perguntar: "e aí, vc matou?" com muito medo da resposta. disse ele que não, que não conseguiu, mas que o sr. escobar era uma ótima pessoa apesar de gostar muito de violência. disse que medellín está muito melhor depois que ele foi assassinado e que ele quase morreu no mesmo dia que o sr. escobar, já que trabalhava meio que na portaria do prédio dele. acho que foi tudo uma grande mentira, mas foi uma viagem de táxi emocionante!
pegando o ônibus pra bogotá.
disse que trabalhava pra ele e que um dia chegou e
domingo, 17 de janeiro de 2010
medellín - dia 29
acordamos e fomos para a praça onde tem as esculturas do botero, que são sem explicação. são muitas! todas muito gorduchas e fofas! uma pessoa que pinta gordos e comida, só pode ser genial. um gato fofo.

depois fomos pro museu na frente da praça, que tem um monte de coisas do botero, inclusive um que se chama "naturaleza muerta y helado" (helado é sorvete), gênio.
passamos pelo palácio da cultura, que é muito belo.

por todo o centro tem banheiros químicos, o que achei muito prático.

andamos pelo centro, fomos ao parque "piez descalzos" que deve ter sido a inspiração da shakira. espalhados pelo parque tem uns tanques onde as pessoas colocam os pés, se molham, se lavam, como um piscinão de ramos.


à noite festa no albergue. o bar fecha às duas e depois disso as pessoas vão para o "green room", um cômodo onde meio que se pode fazer qualquer coisa.

depois fomos pro museu na frente da praça, que tem um monte de coisas do botero, inclusive um que se chama "naturaleza muerta y helado" (helado é sorvete), gênio.
passamos pelo palácio da cultura, que é muito belo.

por todo o centro tem banheiros químicos, o que achei muito prático.
andamos pelo centro, fomos ao parque "piez descalzos" que deve ter sido a inspiração da shakira. espalhados pelo parque tem uns tanques onde as pessoas colocam os pés, se molham, se lavam, como um piscinão de ramos.

à noite festa no albergue. o bar fecha às duas e depois disso as pessoas vão para o "green room", um cômodo onde meio que se pode fazer qualquer coisa.
medellín - dia 28
passamos o dia no ônibus, claro. viagem de ônibus é foda. pegamos o ônibus de manhã, 9:30 pra ser exata. chegamos no hotel em medellín às 20.
logo que entramos no ônibus o motorista começa a distribuir sacos de vômito. como nunca tinha acontecido em viagens anteriores, pensei que deveria haver um motivo e resolvi pegar um, just in case. não precisei, mas umas 3 outras pessoas fizeram uso.
o ônibus estragou no meio do caminho, ia subindo o morro a 2 por hora, soltando uma fumaça e eu já pensando que ia morrer ali mesmo.
durante a viagem entra no ônibus um grupo de duas mulheres hippies e 3 crianças e começam a cantar umas músicas. aquela coisa que vc acaba dando dinheiro mais por dó do que por qualquer outra coisa. um velho do ônibus porém reclamou pro motorista algo do tipo "que coisa insuportável blablabla" e o motorista mandou elas saírem. elas dizem: "queríamos viajar, pero no podemos. porque cantamos."
conseguimos vaga no albergue que tem fama de ser lendário, que pessoas vem e não querem mais ir embora, que tem festa todo dia, etc. de fato, o lugar é incrííível!
logo que entramos no ônibus o motorista começa a distribuir sacos de vômito. como nunca tinha acontecido em viagens anteriores, pensei que deveria haver um motivo e resolvi pegar um, just in case. não precisei, mas umas 3 outras pessoas fizeram uso.
o ônibus estragou no meio do caminho, ia subindo o morro a 2 por hora, soltando uma fumaça e eu já pensando que ia morrer ali mesmo.
durante a viagem entra no ônibus um grupo de duas mulheres hippies e 3 crianças e começam a cantar umas músicas. aquela coisa que vc acaba dando dinheiro mais por dó do que por qualquer outra coisa. um velho do ônibus porém reclamou pro motorista algo do tipo "que coisa insuportável blablabla" e o motorista mandou elas saírem. elas dizem: "queríamos viajar, pero no podemos. porque cantamos."
conseguimos vaga no albergue que tem fama de ser lendário, que pessoas vem e não querem mais ir embora, que tem festa todo dia, etc. de fato, o lugar é incrííível!
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
cali - dia 27
cali é uma cidade grande, barulhenta, quente, bagunçada e não tem nada de mais pra se fazer. passamos umas 3 horas andando no centro, que é como qualquer centro de cidade grande: farofeiros, trânsito, etc. e depois voltamos pro albergue.
acabamos indo pra baladas de salsa, que são todas próximas. acho que todos do albergue estavam entediados então saíram todos juntos. cali é famosa pelas baladas de salsa, pois parte das pessoas importantes que cantam salsa, nasceram aqui. pra quem dança salsa deve ser muito divertido!
resolvemos que vamos ficar só um dia aqui. amanhã vamos pra medellín de manhã.
acabamos indo pra baladas de salsa, que são todas próximas. acho que todos do albergue estavam entediados então saíram todos juntos. cali é famosa pelas baladas de salsa, pois parte das pessoas importantes que cantam salsa, nasceram aqui. pra quem dança salsa deve ser muito divertido!
resolvemos que vamos ficar só um dia aqui. amanhã vamos pra medellín de manhã.
otavalo - dia 26
ontem à noite saìmos pra comer e pra tomar umas e quando fomos voltar pro hotel, NINGUÉM na rua. literalmente! nem carros, nem pessoas, nem animais, a cidade parecia abandonada. maior medo de chegar um índio equatoriano loucao e nos matar. ah, porque otavalo é a cidade onde tem o maior mercado indígena da américa do sul, ou seja, a cidade está cheia de índios.
de manhã fomos no mercado, que funciona todo dia, porém é no sábado que ele faz jus ao nome de maior mercado indígena. a cidade fecha algumas ruas e o mercado toma conta de grande parte da cidade. infelizmente hoje é quinta. mesmo assim deu pra comprar uns souvenirs indígenas.
pegamos o taxi pra irmos a tulcan, a última cidade do equador. de novo a eficiência equatoriana me impressionou, quando vi minhas malas já estavam no ônibus e já estávamos na estrada.
chegamos em tulcán. pegamos um taxi que nos leva a ponte rumichaca, onde de um lado da ponte é o equador e do outro a colômbia. o taxista, muito simpático, nos pergunta onde fomos, se estávamos gostando da viagem, etc. quando falamos no peru, ele diz: não tem nada no peru, nem comida! peixe com arroz é a única coisa que tem lá além de pobreza! os equatorianos de fato não gostam dos peruanos.
passamos pelas imigraçoes e viemos pro terminal. estamos na colômbia e mais uma vez sobrevivemos a viagem de ônibus. nosso ônibus pra cali sai às 22:30, chegamos umas 8 por lá.
entramos nosso último país =( e nem me pediram o tal comprovante de vacina de febre amarela.
de manhã fomos no mercado, que funciona todo dia, porém é no sábado que ele faz jus ao nome de maior mercado indígena. a cidade fecha algumas ruas e o mercado toma conta de grande parte da cidade. infelizmente hoje é quinta. mesmo assim deu pra comprar uns souvenirs indígenas.
pegamos o taxi pra irmos a tulcan, a última cidade do equador. de novo a eficiência equatoriana me impressionou, quando vi minhas malas já estavam no ônibus e já estávamos na estrada.
chegamos em tulcán. pegamos um taxi que nos leva a ponte rumichaca, onde de um lado da ponte é o equador e do outro a colômbia. o taxista, muito simpático, nos pergunta onde fomos, se estávamos gostando da viagem, etc. quando falamos no peru, ele diz: não tem nada no peru, nem comida! peixe com arroz é a única coisa que tem lá além de pobreza! os equatorianos de fato não gostam dos peruanos.
passamos pelas imigraçoes e viemos pro terminal. estamos na colômbia e mais uma vez sobrevivemos a viagem de ônibus. nosso ônibus pra cali sai às 22:30, chegamos umas 8 por lá.
entramos nosso último país =( e nem me pediram o tal comprovante de vacina de febre amarela.
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